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Italia

Migrantes, Italia · 27.03.2016

 

I barbari attacchi del ventidue marzo a Bruxelles confermano tragicamente quanto andiamo sostenendo da tempo: noi siamo le vittime dei giochi di potere. Rivediamo ancora oggi la stessa dinamica che abbiamo visto in occasione di tutti gli ultimi attentati: decine di p200px-Anarchy-symbol.svgersone uccise, politicanti in grisaglia o in felpa verde che esprimono le loro volgarità nella speranza di racimolare qualche voto in più, le classiche lacrime di coccodrillo delle classi dirigenti europee che, mentre esprimono cordoglio per i morti nelle capitali occidentali, esportano guerre e morte nel resto del mondo, islamisti assassini che rivendicano con orgoglio gli attacchi mortali e che applicano le stesse logiche di potenza degli stati. È questo lo spettacolo, ogni volta più tragico nel suo ripetersi, a cui assistiamo da quell’oramai lontano settembre 2001.

La retorica dello scontro di civiltà ha fornito il paravento ideologico per guerre che hanno causato centinaia di migliaia di morti in tutta la Mesopotamia, nel Nord Africa e in Asia Centrale. Centinaia di migliaia di persone sono costrette a migrare come profughi dalle loro terre, morendo a migliaia nel viaggio, scacciate da guerre che sembrano senza fine, conflitti ampiamente foraggiati e sostenuti dai governi occidentali, ma anche da quello russo, da quello turco, dalle petromonarchie del Golfo e dall’industria armiera di tutto il mondo.


 

Federazione Anarchica Reggiana – FAI – 348 540 9847 – federazioneanarchicareggiana.noblogs.org – fa_re@inventati.org

 

Os ataques bárbaros de vinte e dois de Março, em Bruxelas [Bélgica] confirmam tragicamente o que estamos discutindo há algum tempo: nós somos as vítimas dos jogos de poder. Analisemos a dinâmica que vimos durante todos os últimos ataques: dezenas de pessoas mortas, políticos grisalhos ou em camisas verdes que expressam sua vulgaridade na esperança de juntar mais alguns votos, as clássicas lágrimas de crocodilo dos líderes europeus que, enquanto expressam simpatia para com os mortos nas capitais ocidentais, exportam a guerra e morte em todo o mundo, assassinos islâmicos que orgulhosamente reivindicam ataques mortais e que aplicam a mesma lógica de poder dos estados. Este é o show, cada vez mais trágico na sua repetição, que vemos de longe até agora desde Setembro de 2001.

A retórica do choque de civilizações forneceu a tela ideológica para as guerras que causaram centenas de milhares de mortes em toda a Mesopotâmia, Norte da África e na Ásia Central. Centenas de milhares de pessoas são forçadas a migrar de suas terras como refugiados, morrendo aos milhares na viagem, impulsionados por guerras que parecem não ter fim, conflitos amplamente fomentados e apoiados por governos ocidentais, mas também pela Rússia, pelos turcos, e pelas petromonarquias do Golfo e pela indústria armamentista em todo o mundo.


Italia · Red Sindical Internacional de Solidaridad y Lucha · 24.10.2018

Italia: ¡el 26 de octubre, huelga general!

El 26 de octubre del 2018 CUB, SGB, SI COBAS, SLAI COBAS, USI AIT declaran la huelga general para reactivar el conflicto, defender las condiciones de los trabajadores contra el aumento de las desigualdades, luchar contra las políticas gubernamentales y de empleadores.

Italia · Equipo de Relaciones Internacionales de CGT · 10.08.2018

Desde la Confederación General del Trabajo, nos solidarizamos y recordamos a todas las personas migrantes fallecidas en sus puestos de trabajo

Contra las fronteras, la explotación y el terrorismo patronal. Ni perdón ni olvido.

Italia · Cooperativa Rimaflow · 10.08.2018

¡Rimaflow vivirá!

Desde el Sindicato SIAL-COBAS (Italia) nos hacen llegar este llamamiento a la solidaridad y apoyo mutuo para la resistencia de la Cooperativa Rimaflow en Milano solicitando apoyo y difusión urgente para poder hacer frente a la campaña de calumnias y boicot que están sufriendo.

Italia · Caravana Abriendo Fronteras · 27.06.2018

Valencia se une a la iniciativa estatal «Caravana a Italia: Abriendo Fronteras»

La Caravana Abriendo Fronteras pone rumbo a Italia para denunciar las políticas xenófobas asesinas y la criminalización de la solidaridad.