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Portugal

Portugal · 24.04.2016

Mais do que comemorar o aniversário do golpe militar que pôs fim a 48 anos de fascismo, é necessário encetarem-se novas lutas, a nível nacional e internacional, que dêem resposta a este mundo capitalista que não só destrói as nossas vidas como até coloca em perigo a sustentabilidade ambiental do nosso planeta.

Hoje como antes da madrugada de 25 de abril de 1974, os governos de todos os países estão ao serviço dos seus próprios interesses e da máquina capitalista da qual dependem.

A melhor maneira de honrar esta data é seguir o exemplo daqueles que, em desobediência das ordens para ficarem em casa no dia do golpe, saíram às ruas, e nos dias seguintes organizaram-se para assumirem o controlo das suas próprias vidas, ocupando terras e empresas, expulsando patrões e latifundiários, praticando a autogestão, criando movimentos populares de base, comissões de trabalhadores e de moradores.

Só a luta autónoma, auto-organizada, direta e persistente terá efeito contra aqueles que nos oprimem e exploram todos os dias, em particular aos mais desprotegidos e despossuídos.

No meio do folclore da cega celebração, façamos do nosso bloco, um bloco reinvidicativo e sem meias palavras, anti-capitalista e libertário.

Junta-te e trás um amigo também! (mais os cartazes, os flyers, as faixas, e as bandeiras!)

Portugal · David Martín Marcos · 23.01.2013

Portugal, cada vez más 'entroikado' Crisis: el 87% de los portugueses desencantados

Los portugueses sufren la subida del paro y la única expectativa de los jóvenes es salir del país. Mientras, ya se habla de un país 'entroikado' (bajo la troika).

En Lisboa, en las tiendas del multicultural barrio de Gracia, que vigila la ciudad desde una colina, se ha recuperado el viejo hábito de fiar la compra. Dos pollos enteros ascienden a cinco euros, el kilo de tomates, a casi dos, y el paquete de arroz, a poco más de setenta céntimos. 

 

Portugal · Publico.es · 25.09.2012

Lisboa cede a la presión de la calle y se replantea los recortes

El primer ministro Pedro Passos Coelho admite que "estudiará alternativas" a su propuesta de incrementar la carga fiscal a los trabajadores

El Gobierno de Portugal ha acabado por ceder a la presión de la calle. Tras dos semanas de protestas en las calles ha aceptado echar marcha atrás en su última propuesta de ajustes, dirigida a aumentar la carga fiscal de los trabajadores y reducir la de las empresas.

Portugal · 14.02.2012

300.000 personas se manifiestan en Lisboa contra los recortes

  • El ajuste supera incluso las medidas pactadas con la UE y el FMI
  • El sindicato mayoritario dice que han participado casi 300.000 personas
Portugal · 31.01.2012

Aumenta la economía sumergida en Portugal

La economía paralela crece en Portugal a un ritmo imparable, debido a la contundente subida de impuestos y de precios exigida por la "troika" de acreedores para sanear las finanzas públicas.