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Portugal

Portugal · Red Sindical Internacional de Solidaridad y de Luchas · 19.08.2020

Las organizaciones miembros de la Red Sindical Internacional de Solidaridad y de Luchas expresan su apoyo a Danilo Moreira, uno de los líderes del Sindicato de Trabajadores de Centros de Llamadas (STCC) de Portugal. Al igual que una docena de activistas de organizaciones asociativas, sindicales y políticas (Bloque de la Izquierda, SOS Racismo, Frente Unitario Antifascista, Plataforma Antifascista de Lisboa y Valle del Tajo, Movimiento Socialista Alternativo, Unión de Funcionarios del Norte, Núcleo Antifascista de Guimarães, Núcleo Antifascista de Oporto), ha recibido amenazas de muerte de la extrema derecha.

Portugal · Red Sindical Internacional de Solidaridad y de Luchas · 22.03.2020

PORTUGAL | ¡Respeto al derecho de huelga, incluso durante la pandemia!

El derecho de huelga es fundamental para la clase trabajadora en Portugal y en todo el mundo

Portugal · Red Sindical Internacional de Solidaridad y de Luchas · 01.03.2020

Portugal: ¡Solidaridad con los estibadores de Lisboa!

Los trabajadores portuarios del puerto de Lisboa llevan diez días en huelga.

Portugal · Red Sindical Internacional de Solidaridad y de Luchas · 22.08.2019

PORTUGAL | Moción de solidaridad con la lucha de los transportistas en Portugal

Los trabajadores portugueses continúan recibiendo salarios miserables cuando sus colegas europeos trabajan menos y ganan mucho más. Los portugueses siguen viéndose obligados, en nombre de la austeridad y de la productividad de la economía nacional, a prolongar sus jornadas de trabajo, con turnos abusivos, cuando en los países de la llamada Europa desarrollada la semana de trabajo se ha reducido.

 

Portugal · 24.04.2016

(Lisboa) Bloco Libertário na marcha do 25 de Abril

Mais do que comemorar o aniversário do golpe militar que pôs fim a 48 anos de fascismo, é necessário encetarem-se novas lutas, a nível nacional e internacional, que dêem resposta a este mundo capitalista que não só destrói as nossas vidas como até coloca em perigo a sustentabilidade ambiental do nosso planeta.

Hoje como antes da madrugada de 25 de abril de 1974, os governos de todos os países estão ao serviço dos seus próprios interesses e da máquina capitalista da qual dependem.

A melhor maneira de honrar esta data é seguir o exemplo daqueles que, em desobediência das ordens para ficarem em casa no dia do golpe, saíram às ruas, e nos dias seguintes organizaram-se para assumirem o controlo das suas próprias vidas, ocupando terras e empresas, expulsando patrões e latifundiários, praticando a autogestão, criando movimentos populares de base, comissões de trabalhadores e de moradores.

Só a luta autónoma, auto-organizada, direta e persistente terá efeito contra aqueles que nos oprimem e exploram todos os dias, em particular aos mais desprotegidos e despossuídos.

No meio do folclore da cega celebração, façamos do nosso bloco, um bloco reinvidicativo e sem meias palavras, anti-capitalista e libertário.

Junta-te e trás um amigo também! (mais os cartazes, os flyers, as faixas, e as bandeiras!)